Descendente de Ulf Gronholm, também ele piloto de ralis
na década de 1970, Marcus cedo despertou para as provas de
estrada. Para si, a influência do pai, que foi campeão
finlandês de ralis, «foi muito grande, mas,
infelizmente ele morreu quando eu ainda era muito jovem. De
qualquer modo, o carro guardo melhores recordações
com ele ao volante foi um Fiat 131 Abarth. Lembro-me que, uma vez,
ele me deixou andar ao lado dele enquanto testava e nunca mais
esqueci esse dia».
Foi por isso que Marcus Gronholm acabou mesmo por comprar um
Fiat 131 Abarth (ex-Markku Alen) no decorrer da sua
participação no Rali da Sardenha deste ano, mesmo se
apenas o guiou durante uns minutos antes de passar o cheque,
confessando que «sempre quis ter um carro semelhante ao que o
meu pai guiou». Curiosamente esta foi a última
aquisição do nórdico que já tinha em
sua posse um Peugeot 206 WRC e que não se importava de
adquirir agora um Focus RS WRC.
Conforme dá conta, «não gostava de começar a construir um “museu” de carros como o de Juha Kankkunen, mas é simpático ter alguns carros de competição. Quanto ao Ford, posso sempre perguntar ao Malcolm Wilson se me vende um a um preço razoável, mas acho que vou perder tempo pois há quem esteja interessado a ter um quase a qualquer custo!».




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